Fotomontagem de Diane Muste
Fotomontagem de Diane Muste

Do que riem os humoristas “politicamente incorretos”?

 Romulo Mattos

Aumentou nos últimos anos o público de profissionais que reivindicam e praticam um tipo de humor francamente reacionário, que tem como alvos prioritários os movimentos sociais e políticos das esquerdas, as classes pobres e as chamadas minorias. Com acesso à TV aberta, atuação em bons teatros e farta utilização de redes sociais, Rafinha Bastos e Danilo Gentili são os príncipes dessa vertente humorística eticamente questionável, que coleciona, por um lado, processos judiciais e críticas por setores comprometidos com as causas sociais; por outro, aplausos e gargalhadas provenientes de uma audiência cuja parcela significativa transita pela nova direita. Portanto, não é coincidência que a notoriedade de tais humoristas tenha crescido desde meados da década passada, no processo mais longo em que se verifica o avanço conservador.

A conversa de Rafinha Bastos com Lobão no programa Lobotomia, da MTV, em 2010, pode ser considerada um marco da reivindicação pelo humor “sem limites”.[1] Em tal ocasião, o humorista e o cantor (este também um comediante, porém involuntário, quando analisa o panorama político e cultural) pleitearam o direito de fazer piadas sobre cadeirantes e negros. Em uma incrível inversão de sentidos e valores, Rafinha afirmou que, se ele deixar de fazer piada apenas sobre aqueles dois grupos, aí sim ele estaria sendo preconceituoso. No seu entender: “(…) é uma tarefa política de inclusão social!”. Lobão também inverteu os significados da luta empreendida por movimentos étnico-raciais, entre outros, e completou: “O politicamente correto é preconceituoso”.

Foi realmente “um encontro muito sensacional”, como previra o músico, que então fazia um bico como apresentador de TV (hoje ele faz um bico como escritor e pensador social da nova direta). Rafinha afirmou que o “espírito crítico” está embutido no stand up comedy – coincidentemente, a modalidade de humor mais praticada pelos artistas neorreacionários. O elitismo de sua proposta humorística apareceu na tentativa de associação a um público com um nível cultural supostamente superior: “Eu acho que existia um grito, né, pra uma nova opção de comédia. [A piada do humor brasileiro] é feita pra um determinado tipo de público que não tem um espírito crítico tão aguçado quanto as pessoas que hoje buscam por comédia”. Mas, contraditoriamente, o comediante concluiu que: “(…) os tempos atuais estão cada vez mais corridos, que ninguém mais tem tempo para ler um livro, e que no stand up há até cinco piadas em cinco minutos”. Ou seja, a tal plateia mais crítica, culturalmente elevada e afinada com aquela variante do humor não tem o hábito da leitura, segundo o próprio Rafinha. [2]

O humorista também refletiu sobre o seu espetáculo sugestivamente intitulado “A arte do insulto” (um nome “sensacional”, no entender de Lobão), em cartaz havia quatro anos. O sucesso do seu show estaria relacionado com certos assuntos que poderiam ser abordados “a vida inteira”, segundo o próprio. Nesse sentido, “A arte do insulto” fala de: “Telemarketing, fala de (…) casamento, fala de estupro, sei lá”. Nesse trecho, vemos que um tema grave como a violência sexual é colocado no mesmo patamar de assuntos cotidianos, como o serviço de “call center” e a dinâmica de relacionamento de casais que vivem sob o mesmo teto. Talvez Rafinha pense que, por haver um caso de estupro a cada onze minutos no Brasil, isso deva ser naturalizado…[3] Esse tipo de violência, que tem como alvo prioritário as mulheres, não é motivo para graça, mas sim para denúncia – e o comediante sequer desconfia que essa abordagem jocosa apenas contribua para a conservação da cultura do estupro, fundada na desigualdade de gênero.[4].

A defesa pelo “politicamente incorreto” prosseguiu quando Rafinha criticou o comportamento dos seus colegas de ofício em uma edição do Programa do Jô, especialmente dedicada à nova geração de humoristas, em tal ocasião representada por: Leandro Hassum, Marcelo Adnet, Bruno Mazzeo, Dani Calabresa, Dadá Coelho e Flávia Garrafa. O preterido Rafinha classificou a entrevista como: “(…) uma coisa muito louca” [5], porque alguns daqueles nomes defenderam a ideia de que haveria, sim, limites para o humor. Respondendo ao questionamento de Jô Soares sobre esse assunto, Hassum, mesmo inseguro, afirmou: “(…) eu acho que tem que ter bom senso, né? (…) Uma piada que é engraçada pra você, mas agride a maioria, eu não acho engraçada”.[6] O apresentador da Rede Globo pareceu não ter gostado dessa ponderada resposta e confrontou o comediante: “Mas você acredita em bom gosto? Porque o gosto é uma coisa que varia tanto de uma época pra outra, de um ano pro outro”. O argumento de Jô Soares, que vai ao encontro dos humoristas politicamente incorretos, é bastante frágil. Em primeiro lugar, o debate sobre os limites da comédia não se relaciona propriamente com uma questão de gosto, e sim com uma questão ético-moral (quando não legal). Em segundo, é justamente a luta empreendida pelas chamadas minorias que transforma uma piada outrora aceitável em um texto reprovável pelo ponto de vista dos seus direitos. Um quadro d’Os Trapalhões em que o ator Mussum é chamado de “macaco” podia acionar uma trilha de risadas (ou claque) nos anos 1980, mas hoje seria enquadrado como crime de racismo.[7] E essa é uma vitória do movimento negro, que, aliás, não foi conquistada “de um ano para outro”, utilizando os termos do comandante do talk show mais famoso da TV brasileira.

No mesmo programa, Flávia Garrafa criticou a necessidade de se fazer qualquer coisa para ganhar a nota 10 da plateia, e concluiu: “(…) nem sempre a grande gargalhada é a grande qualidade”.[8] O pensamento segundo o qual não se pode fazer piada sobre tudo revoltou Rafinha, que disse a Lobão, em tom exaltado, como se defendesse uma plataforma política:

“Mas é exatamente essas pessoas [sic], que são os meus colegas, que eu quero ver falando que não tem limite! Eu ficava que eu rasguei o meu sofá. Eu quero que o deficiente esteja na plateia, e eu quero poder sacanear ele, porque ele tem o direito de rir dele mesmo, como todas as pessoas têm. A gente tá aqui exatamente pra dizer não tem que ter limite. Porque quando eu faço uma piada sobre um cadeirante, e tem um cadeirante na plateia, o cadeirante se sente representado. Quem se sente ofendido é o bando de bundão que tá em volta dele (…)”.

Nesse trecho, Rafinha cinicamente se apropriou do jargão da luta política e social – que ao fim e ao cabo limita a sua esfera de atuação – para reivindicar a total liberdade de ação inventiva para os humoristas. Nessa perspectiva, novamente distorcida, a zombaria contra um cadeirante garantiria ao mesmo o acesso a um “direito”, e assim ele seria “representado” – em uma sociedade que geralmente não o enxerga, completamos. Não obstante, o humorista atuou como um sindicalista, que reivindica e discute questões caras a sua categoria (embora também pareça falar em nome da Associação dos Cadeirantes do Brasil – ACB).

A luta pelo humor “sem limites” levou Rafinha a se indispor com Bruno Mazzeo, outro comediante que esteve presente na citada edição do Programa do Jô, como vimos. Os dois discordaram quanto à legitimidade do espetáculo “Proibidão”, comandado pelo ex-ator pornô Alexandre Frota, hoje evangélico e viril militante da nova direita. No show, os artistas realizavam piadas pesadas de todos os tipos – ou seja, politicamente incorretas. Por isso, antes de entrar no teatro, os espectadores assinavam um termo de compromisso, dizendo que não se sentiriam ofendidos com os temas abordados. No entanto, o músico negro Rapha Dantop, que não assinou o documento e integrava a banda de apoio do espetáculo, chamou a polícia após ter sido alvo de uma piada racista. O comediante Felipe Hamachi disse que não se pega Aids em relações sexuais com macacos e, em seguida, olhou para o tecladista insinuando que mantinha uma relação com ele. Assim como Rafinha, em sua nota de esclarecimento publicada no Facebook, Hamachi tentou inverter valores e significados a respeito de sua prática humorística, ao se desculpar com aqueles que se sentiram ofendidos: “As pessoas que estão tentando espalhar julgamentos de minha pessoa baseadas no que eu disse ontem em 5 minutos em cima do palco estão equivocadas e, principalmente, sendo preconceituosas”.[9] E logrou tirar a sua responsabilidade no episódio que configurou crime de injúria racial: “Tudo ali era para divertir o público que pagou exatamente para ouvir esse tipo de piada. [O] que falo no palco não faz parte de minhas opiniões pessoais, apenas segue a proposta do show” – que, nessa perspectiva, parece ter vida própria e não se relacionar com a sociedade, completamos. Em uma nada sofisticada operação intelectual, vemos que o direito do consumidor – que pagou para ouvir piadas preconceituosas e por essa razão deve ser divertido pelo artista – fala mais alto do que o direito das chamadas minorias. Além disso, a abordagem do espetáculo é baseada no preconceito, mas o autor das piadas que compõem o show não pode ser visto como preconceituoso – e sim as pessoas que o acusam de sê-lo.

O músico ofendido contou que ouviu piadas como: “‘Só namorei com mulheres com defeito – cega, muda –, mas a pior foi uma cadeirante…’. Comigo foi o mais leve”.[10] Diante desse episódio, Mazzeo utilizou o seu perfil na rede social para dizer que: “(…) chamar negro de macaco não é humor”. Aproveitou também para fazer carga contra os artistas do stand up: “O termo ‘politicamente incorreto’ virou salvo-conduto paraos caras do stand up se acharem no direito de falar qualquer coisa”. Por fim, questionou o enquadramento da prática dos mesmos na categoria humor: “Não tem nada a ver com humor. Não tem crítica, como necessita o humor. Não tem graça, como necessita mais ainda o humor. É apenas agressividade”. [11]

Novamente atuando como um suposto líder sindical, Rafinha defendeu que o texto de Mazzeo seria um atentado contra a própria profissão, manifestou o seu apoio a Hamachi (e não à vítima do crime de injúria racial) e desqualificou o seu desafeto por meio de um argumento ad hominem: “Acerte, erre, mas não seja Bruno Mazzeo, digo, bundão”.[12] Vimos que, na entrevista concedida a Lobão, Rafinha utilizara o mesmo adjetivo para depreciar aqueles que tentam impor limites éticos, morais ou legais ao humor. O decadente cantor fez coro, é claro. Em 2014, Rafinha e Lobão trocariam ofensas pela internet, depois que esse último foi entrevistado pelo primeiro no programa Agora é Tarde, da Rede Bandeirantes. O roqueiro da extrema-direita classificou essa atração televisiva de “lixo”.[13] Aliás, Danilo Gentili foi outro que depreciou Rafinha, quando esse foi demitido pela direção daquela emissora. Ou seja, não há lealdade nem entre os próprios companheiros de luta pelo politicamente incorreto.

Gentili também alvejou Mazzeo, mas não para defender seu colega de humor ‘sem limites’ – e sim para reclamar que o crítico da sua vertente humorística roubara uma piada de sua autoria. No entanto, o filho de Chico Anysio contou com a solidariedade de Gregório Duvivier e de Fábio Porchat, que ironizou a vertente de humor praticada por Gentili: “Quando foi que se estabeleceu que comediante brigar com comediante é engraçado e politicamente incorreto? Acho que é politicamente babaquice” [14] – o que gerou uma réplica do reacionário humorista.

Participante daquele espetáculo que virou um caso de polícia, Gentili comanda o talk show The Noite, no SBT. Ele nutre uma ira sagrada contra a esquerda e o PT – em seu confuso ideário, como no da nova direita, à qual se alinha, esse partido seria socialista. A sua hostilidade contra os petistas é vista em suas apresentações de stand up[15], sendo também explicada por motivos familiares.[16] Já a sua atividade contra os assim chamados esquerdistas foi mostrada a todo o Brasil na entrevista com Luciana Genro, no contexto das eleições de 2014, quando ironizou o pensamento de Marx e as possibilidades de implantação do socialismo – tendo ouvido da candidata à presidência pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) a sugestão de que deveria estudar mais o assunto.[17] Entre outras, Gentili enfrentou um processo por ter chamado de “vaca” a técnica de enfermagem Michele Rafael Maximino, que fez grandes doações de leite materno.[18] Se não bastasse, em uma polêmica no Twitter com Thiago Ribeiro – um jovem negro que o chamara de racista –, o humorista lhe sugeriu: “(…) vamos esquecer isso… Quantas bananas vc quer para deixar essa história pra lá?”.[19]

Mais um processo para o seu currículo. O talk show comandado por Gentili tem como banda de apoio o Ultraje a Rigor, liderado por Roger Moreira, que tem em comum com Lobão o fato de ter vivido o auge de sua carreira musical há cerca de três décadas e também o diálogo intenso com a nova direita (embora se considere de centro). No programa, o primeiro roqueiro se sente à vontade a ponto de colaborar com as entrevistas. Em entrevistas, costuma manifestar a sua identificação com a linha de humor do seu patrão. “Hoje em dia com essa merda de politicamente correto as pessoas caem nisso, como se existisse uma justiça superior que não permite tirar um sarro de determinados assuntos, piada é piada”.[20] Por essa razão, achou que seria engraçado ironizar a campanha virtual #Primeiro Assédio, lançada por ativistas feministas com o objetivo de coletar relatos de mulheres vítimas de assédio ainda na infância. Essa iniciativa teve como efeito positivo o grande aumento de denúncias, além de ter sido replicada na Grã-Bretanha, Estados Unidos, Chile, Portugal e Holanda. No entanto, o cantor usou aquela hashtag para contar a primeira vez em que foi assediado: “Acho que eu tinha uns 10 anos. Uma empregada me deixou pegar nos peitos dela. Foi bom pra cacete”.[21] Esse trecho ressalta o seu machismo, encontrado em letras de músicas gravadas pelo Ultraje a Rigor desde a década de 1980 – como “Eu gosto é de mulher” -, e o seu comportamento classista, que naturaliza o início da vida sexual dos garotos das classes média e alta com trabalhadoras domésticas. Ao que podemos acrescentar uma pergunta: ainda por cima, seria negra essa tal empregada da família Moreira?

A “Inútil” trajetória de Roger foi analisada em outro texto de nossa autoria.[22] Ele foi ainda alvo de Mazzeo, que escreveu sobre o “fim de carreira dramático” do Ultraje a Rigor, uma de suas bandas preferidas de infância.[23] O comediante recebeu uma resposta pouco amena do roqueiro oitentista, que, aliás, foi bastante condescendente com a repressão da ditadura militar em sua réplica ao escritor Marcelo Rubens Paiva – para quem Roger é o exemplo de quem não tem a menor ideia sobre o que foi o período compreendido entre 1964 e 1985.[24]

Antes de polemizar com o cantor, Rubens Paiva havia definido bem as estratégias discursivas dos humoristas da nova direita ao comentar a demissão de Rafinha pela direção da TV Bandeirantes. Para quem não se lembra, num misto de machismo e bestialidade, esse último dissera que “comeria” a cantora Wanessa Carmargo e o bebê em sua barriga, no CQC – programa de humor jornalístico então comandado por Marcelo Tas, filiado ao Instituto Millenium. O escritor, que é cadeirante, registrou em seu blog: “A desculpa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO era uma afronta à História. E o desdém contra o politicamente correto a munição que faltava”. [25]

Ao que parece, os humoristas neoconservadores se consideram merecedores do código 007, um direito simbólico de matar, uma vez que seriam agentes especiais, porém do riso (reivindicando para o humor uma risível autonomia em relação ao mundo social). Em resumo, Rafinha Bastos e Danilo Gentili são os arautos de um tipo de humor que vem conquistando o riso fácil de nossa classe média, que se refestela em seus sofás retráteis (colocados em frente a smartvs de muitas polegadas) com piadas grosseiras sobre as chamadas minorias – mas nunca sobre poderosos, a não ser que sejam presidentes petistas ou personagens históricos da esquerda mundial.

Ao examinar as fontes dos discursos da nova direita e os dispositivos onde são produzidos, Demian Melo identificou o que ele chamou de “humoristas preconceituosos”, encontrados em meio aos conhecidos comentaristas de internet – com espaço nos grandes jornais como O Globo e a Folha de São Paulo –, à blogosfera mais obscurantista, aos saudosistas da ditadura, aos adoradores da “Escola Austríaca”, aos fundamentalistas cristãos e aos roqueiros decadentes.[26] A repercussão alcançada pelos humoristas “politicamente incorretos” nesta década mostra que a área cultural sofreu uma notável inflexão à direita. Conforme lembrou Alvaro Bianchi, “É no terreno da cultura que as correntes tradicionalistas, conservadoras, liberais e fundamentalistas estão ganhando a guerra.[27]  Os artistas aqui criticados são lamentáveis personagens que não se conformam com os avanços conquistados pelas chamadas minorias e, num evidente movimento de reação, pleiteiam o retorno de um prazer (tratado como um direito) que lhes foi arrancado a fórceps: o de continuar a fazer piadas humilhantes contra grupos historicamente oprimidos, ao mesmo tempo que acusam os tempos atuais de “chatos”, porque dominados por “bundões”, e “politicamente corretos” demais (um sinal dos fins dos tempos). Mas não podemos encerrar este texto sem citar a ação daqueles que dialogam com causas progressistas e utilizam o humor não para reforçar a opressão simbólica, e sim para combatê-la – Latuff, Rafuko e Gregório Duvivier, entre outros.

Notas:

[1] s.a. MTV – Lobotomia com Rafinha Bastos. Youtube, 25 de ago. 2010. https://www.youtube.com/watch?v=LpdCEvMv5Iw – acessado em 23 ago. 2015.

[2] Idem.

[3] REIS, Thiago. N° oficial de estupros cai, mas Brasil ainda tem 1 caso a cada 11 minutos. G1, 9 nov. 2015.   Só em 2014 foram ao menos 47.646 estupros, com o adendo de que, segundo estudos internacionais, apenas 35% das vítimas desse tipo de crime prestam queixa. No mesmo período, houve outras 5.042 tentativas de estupro. Não obstante, 90% das mulheres têm medo de ser vítima de agressão sexual.

[4] s.a. MTV – Lobotomia com Rafinha Bastos. Youtube, 25 de ago. 2010. https://www.youtube.com/watch?v=LpdCEvMv5Iw. Acessado em 23 ago. 2015..

[5] Idem

[6] s.a. Programa do Jô: reveja entrevista com time de comediantes. Youtube, 31 de mar. 2015. https://www.youtube.com/watch?v=HEpjuwr6Xgo . Acessado em 11 dez. 2015.

[7] s.a Racismo nos trapalhões com o pobre do Mussum. Youtube, 4 de nov. 2009. https://www.youtube.com/watch?v=6IbMszBC6r8 . Acessado em 11 dez. 2015.

[8] s.a. “Programa do Jô”…

[9] s.a. Por piada racista, polícia baixa em stand up apresentado por Frota, diz jornal. Ego, 14 de mar. 2012. http://glo.bo/223TOqN. Acessado em: 13 dez. 2015.

[10] OLIVEIRA, Felipe. A piada comigo foi a mais leve, diz músico. Folha de São Paulo, 15 mar. de 2012.

[11] s.a. Rafinha Bastos e Bruno Mazzeo brigam pelo Facebook. Sacizento, 20 mar. 2012. http://sacizento.bol.uol.com.br/blog/?p=1642. Acessado em: 13 dez. 2015.

[12] Idem.

[13] JIMENEZ, Keila. Após entrevista, Lobão chama programa de Rafinha Bastos de lixo. Folha de São Paulo, 7 de mar. 2014. http://bit.ly/1NQXSVb. Acessado em: 13 dez. 2015.

[14] STYCER, Mauricio. Briga de humoristas se amplia nas redes sociais. Blog do Mauricio Stycer, 15 jul. 2012. Acessado em: 13 dez. 2015.

[15] MARTINS, Lucas. Danilo Gentili acaba com militante petista em show. Youtube, 26 out. 2014. https://www.youtube.com/watch?v=0WqQWOEXJU4. Acessado em 30/08/2015.

[16] NOGUEIRA, Kiko. Freud explica: o que está por trás do ódio patológico de Danilo Gentili pelo PT?, 15 de jan. 2015. http://bit.ly/1YhgEGx. Acessado em: 13 dez. 2015.

[17] SERRA, Bruno. Luciana Genro manda Danilo Gentili estudar mais. Congresso em foco, 16 de set. 2014. http://bit.ly/1wAdWmf. Acessado em 30 ago. 2015.

[18]s. a. Testemunhas depõem em processo de doadora de leite contra Gentilli (sic). G1, 04 de mar. 2015. http://glo.bo/1O2h8uH. Acessado em 30 ago. 2015.

[19] NOGUEIRA, Paulo. A influência de Danilo Gentili no caso de racismo contra Maju Coutinho. RBA, 04 de jul. 2015. http://bit.ly/1lLhTCe . Acessado em 30 ago. 2015.

[20] MINUANO, Carlos. Redescoberto na TV, Roger admite boa fase e avisa: “Não mato cachorrinhos”. UOL, 10 de abr. 2014. http://bit.ly/1QTnNKo. Acessado em 5 set. 2015.

[21] BEIRA, Gabriela. Cantor ironiza campanha sobre assédio sexual e é criticado nas redes sociais. F5, 23 de out. 2015. http://bit.ly/1O6Cmxw. Acessado em 13 dez. 2015.

[22] MATTOS, Romulo. Roger Moreira: das Diretas às Indiretas Já. Blog Junho, 5 de out. 2015. http://blogjunho.com.br/roger-moreira-das-diretas-as-indiretas-ja/. Acessado em: 13 dez. 2015.

[23] STYCER, Mauricio. op. cit.

[24] MATTOS, Romulo. op. cit.

[25] PAIVA, Marcelo Rubens. O que aconteceu com RAFINHA BASTOS? Estado de São Paulo, 04 de out. 2011. http://bit.ly/1O2hFN0. Acessado em 30 ago. 2015.

[26] MELO, Demian. A direita ganha as ruas: o Banana’s Party em perspectiva histórica. Blog Convergência, 15 de mar. 2015. http://blogconvergencia.org/?p=3021 . Acessado em 13 dez. 2015.

[27] BIANCHI, Alvaro. A guerra que estamos perdendo. Blog Junho, 28 de jun. de 2015. http://blogjunho.com.br/a-guerra-que-estamos-perdendo/ . Acessado em 30 ago. 2015.